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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Os Mutantes - O Jardim Elétrico


"No Jardim eu me ligo em você!!!...."


Sons:

01 - Top top
02 - Benvinda
03 - Tecnicolor
04 - El justiceiro
05 - It's very nice pra xuxu
06 - Portugal de navio
07 - Virginia
08 - Jardim elétrico
09 - Lady, lady
10 - Saravá
11 - Baby

O Jardim Elétrico - 1971

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Os Mutantes - 1969


Em comemoração ao dia Mundial do Rock!!!!


Assim começa o segundo álbum d’Os Mutantes, Mutantes (1969), lançado na última semana de fevereiro de 1969. E o caminho da banda, centrada na tríade Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, era mesmo de entrar para a história da música dali para sempre. Ou desde o primeiro disco, Os Mutantes (1968), lançado no ano anterior. Não é preciso ser nenhum mago para adivinhar que Os Mutantes ainda irão influenciar artistas daqui uns 50 anos. Sem dúvida. E isso não é sonho quixotesco. É crença na qualidade artística de uma banda que surgiu munida de competência, qualidade, ineditismo, irreverência e audácia. Isso ainda na virada história dos anos 60 para os 70. Época de extrema criatividade para os então jovens Mutantes. Fonte: (Progshine)


Sons:

01 - Dom Quixote
02 - Não Vá Se Perder Por Aí
03 - Dia 36
04 - 2.001
05 - Algo Mais
06 - Fuga nºII
07 - Banho de lua
08 - Rita Lee
09 - Mágica
10 - Qualquer Bobagem
11 - Caminhante Noturno


Os Mutantes - 1969

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Terço - Criaturas da Noite


Na história do grupo O Terço, que originou-se em 1968, estão três bandas da década de 60 - Joint Stock Co., Hot Dog e Os Libertos, por onde iniciaram o guitarrista Sérgio Hinds, o baixista César das Mercês e o baterista Vinícius Cantuária.

O grupo Os Libertos, então formado pelos três músicos citados acima, era uma atração que agitava as domingueiras do Rio de Janeiro. A banda ainda se chamaria Santíssima Trindade. Em 1970, César das Mercês foi substituído por Jorge Amiden. O grupo passou então a se chamar O Terço. O conjunto é originário do Rio de Janeiro, mas depois radicou-se da esquerda para a direita: Flávio Venturini (teclados), Sérgio Hinds (guitarra), Luiz Moreno (bateria) e Sérgio Magrão (baixo) em São Paulo.

Os vocais sempre foram privilegiados nas canções do grupo como por exemplo na música "Tributo ao Sorriso" que fez muito sucesso, inclusive entre o público não apreciador de rock.

Sobre o significado da palavra terço, é um "fracionário que corresponde a três" ou a "terça parte de alguma coisa", inclusive a do Rosário, conjunto de contas utilizado na liturgia Católica para computar um determinado número de orações (quinze Pais-Nossos e quinze Ave-Marias). O nome O Terço caiu como uma luva pelo menos para essa primeira formação da banda, que era a de trio (guitarra-baixo-bateria). Sérgio Hinds, perguntado de onde foi tirado o nome do grupo disse: O Terço, como trio, é o símbolo do rosário representando união.

Antes do primeiro LP lançaram um compacto com a música Velhas Histórias, com a qual ganharam o festival de Juiz de Fora. Aquela era a época do Rock Rural e do Rock Progressivo, e O Terço seguiu estas sonoridades. fonte (Oterço.com.br)


Sons:

01 - Hey Amigo
02 - Queimada
03 - Pano de Fundo
04 - Ponto Final
05 - Volte na Próxima Semana
06 - Criaturas da Noite
07 - Jogo das Pedras
08 - 1974

Criaturas da Noite - 1975

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Ave Sangria - Perfume e Baratchos


Uma das bandas de Rock mais revolucinária dos anos 70 no Brasil. Misturavam rock, maracatu e samba de breque, seu primeiro disco chegou a ser proibido pela ditadura por causa da música Seu Waldir, que conta a história de amor de um homem por outro. A banda só gravou um disco pela Continental que foi recolhido nas lojas pela ditadura militar e após esse show de 74 a banda, infelizmente, encerra sua carreira.


Sons:
01 - Grande Lua
02 - Janeiro em Caruaru
03 - Vento Vem (Boi Ruache)
04 - Dia-a-dia
05 - Geórgia, a Carniceira
06 - Sob o Sol de Satã
07 - Instrumental
08 - Por Que
09 - Hey Man
10 - O Pirata
11 - Lá Fora

Perfume e Baratchos (ao vivo) - 1974

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Som Imaginário - Som Imaginário


O Som Imaginário foi uma das mais importantes bandas do cenário musical brasileiro da década de 70 e ficou conhecida não só por ser o núcleo que acompanhava Milton Nascimento em seus shows e travessias pelo Brasil, como também por abrigar o músico Wagner Tiso antes de sua bem sucedida carreira solo. Dominado por músicos mineiros e cariocas, o grupo foi formado no Rio de Janeiro em 1970 e teve curta duração, gravando apenas 3 discos: Som Imaginário (1970), Som Imaginário ou A Nova Estrela (1971) e Matança do Porco (1973), todos lançados pela gravadora Odeon.

Em sua rápida trajetória, a banda alterou continuadamente seu line-up, mas sempre contou com grandes instrumentistas. Além de Wagner Tiso, passaram pelas fileiras do Som Imaginário nomes como Zé Rodrix, Tavito, Laudir de Oliveira, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Naná Vasconcelos e Marco Antônio Araújo. Alguns dos seus integrantes, como o baixista Luiz Alves, já tocavam com Tiso na noite carioca. Outros membros essenciais como o batera Robertinho Silva e o guitarrista Frederyko, o Fredera, vieram do combo Impacto 8 do trombonista Raul de Souza, que fazia uma mescla de jazz, soul, funk e samba. Fonte(Sinister Salad)

Sons:

01 – Morse
02 - Super God
03 - Tema Dos Deuses
04 - Make Believe Waltz
05 – Pantera
06 – Sábado
07 – Nepal
08 - Feira Moderna
09 - Hey, Man
10 – Poison


Som Imaginário - 1970

terça-feira, 3 de março de 2009

A Barca do Sol - Pirata


É um dos raros grupos dos quais o som não remete a nenhum outro anterior ou contemporâneo, lembrando somente a música de Egberto Gismonti (por motivos óbvios), mas com uma vertente musical mas folk e rock, ainda que num contexto mais acústico.

Este é seguramente o álbum menos desconhecido d´A Barca, talvez por não ter alcançado o mesmo sucesso, na época, dos 2 álbuns que o antecederam.

Trata-se de uma obra em que o grupo mostra-se mais à vontade, possivelmente por ter sido um álbum independente. As composições são mais jazzísticas, mas mantendo ainda a mesma proposta iniciada pela banda.(Fonte: Sound Chaser)
Postado atendendo ao pedido de Clarinha Tiso.

Sons:
01 - Vô mimbora pru sertão
02 - Tereza boca do Rio
03 - Mercado das flores
04 - Cavalo Marinho
05 - Jando
06 - Jardim de infância
07 - Desecontro
08 - Estrela
09 - Manuel
10 - Rio Preto
11 - Canção pra ela


Pirata - 1979

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mutantes - Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets


Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Se eles têm três carros, eu posso voa

Sons:
01 - Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll
02 - Vida de Cachorro
03 - Dune Buggy
04 - Cantor de Mambo
05 - Beijo Exagerado
06 - Todo Mundo Pastou
07 - Balada do Louco
08 - A Hora e a Vez do Cabelo Nascer
09 - Rua Augusta
10 - Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets
11 - Todo Mundo Pastou II


Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets - 1972

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Arnaldo Baptista - Lóki?


Lóki? é o primeiro álbum solo de Arnaldo Baptista. Foi lançado em 1974 depois de um suposto ataque nervoso e é considerado um dos melhores álbuns brasileiros dos anos 70. O álbum expressa sua angústia perante a sociedade pós-moderna, unida à análise de sufocantes aspectos da modernidade: poluição, superpopulação, solidão etc.

Loki (ou Loke) é do panteão nórdico. Deus do fogo, era irmão de sangue de Thor (filho de Odin), no sentido pactual. Loki pode ser considerado como um símbolo da maldade. Loki está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica. Ele não pertence aos Aesir, embora viva com eles. É uma figura traiçoeira, não se sabe quando se pode confiar nele.

Loki é o senhor dos truques, da trapaça e do sexo, associado com os ladrões, é, ao lado de Odin e Thor, uma das divindades mais populares da mitologia nórdica. Filho do gigante Farbauti com a giganta Laufey, é considerado um dos Aesir, mas na verdade é inimigo deles. Está ligado ao fogo e à magia e pode assumir muitas formas, sendo as mais comuns cavalo, falcão e mosca.

Sons:
01 - Será que eu vou virar bolor?
02 - Uma pessoa só
03 - Não estou nem aí
04 - Vou me afundar na lingerie
05 - Honky tonky (Patrulha do Espaço)
06 - Cê tá pensando que eu sou loki?
07 - Desculpe
08 - Navegar de novo
09 - Te amo podes crer
10 - É fácil

Lóki? - 1974

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Mutantes - Tudo Foi Feito Pelo Sol



Primeiro álbum do grupo sem o tresloucado Arnaldo Baptista - Rita Lee já havia se mandado - e também o penúltimo da banda, com sua formação totalmente mudada. Lançado em outubro de 1974, “Tudo Foi Feito Pelo Sol” é mesmo um disco poderoso.

Além de ter garantido a sobrevivência dos Mutantes, também foi o disco deles que mais vendeu, superando 30 mil cópias - mais que o dobro de cada um dos anteriores. Sem dúvida, um clássico memorável do Rock nacional, e porque não... mundial!?

laborado por Sergio Dias e sua trupe, formada por Ruy Motta (Batera), Antonio Pedro (Baixo), Tulio Mourão (Teclados) e assessorados por ninguém menos que o mago Liminha, o CD já havia saído em 1994, só com as músicas do LP. Agora chega em formato Digipack, remasterizado, incluindo 3 faixas bônus de um compacto lançado em 1975, com as inéditas “Cavaleiros Negros”, “Tudo Bem” e “Balada do Amor”, músicas que mantém o mesmo espírito do LP e se encaixam como luva, completando o álbum.

Sons:
01 - Deixe Entrar um Pouco D’Água no Quintal
02 - Pitágoras
03 - Desanuviar
04 - Eu Só Penso em te Ajudar
05 - Cidadão da Terra
06 - O Contrário de Nada É Nada
07 - Tudo Foi Feito Pelo Sol


Tudo Foi Feito Pelo Sol - 1975