Peço desculpa a todos pela parada no blog, não está abandonado,
estou com um problema de velocidade na internet aqui em casa, está pior do que internet discada.
Acredito eu que até semana que vem o blog estará na ativa novamente com muita música de qualidade para todos, aproveitem e façam pedidos que assim que a internet voltar ao normal postarei tudo o que for pedido e mais um pouco.
Desculpem o transtorno.
Um dos Dois.
quinta-feira, 19 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Tropicalistas - Tropicália ou Panis At Circenses

Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor-compositor Tom Zé, da banda Mutantes, e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais.
Sons:
01 - Misere Nobis
02 - Coração materno
03 - Panis et circenses
04 - Lindonéia
05 - Parque industrial
06 - Geléia geral
07 - Baby
08 - Três Caravelas (Las tres carabelas)
09 - Enquanto seu lobo não vem
10 - Mamãe coragem
11 - Bat macumba
12 - Hino ao Senhor do Bonfim
Tropicália ou Panis at Circenses - 1968
quinta-feira, 5 de março de 2009
Rogério Duprat - A Banda Tropicalista do Duprat

"Não é de uma hora para outra que vai surgir um movimento como a Tropicália, que jogou merda no ventilador. Aquilo era tão ousado que não durou muito – mandaram Caetano e Gil embora do país." Rogério Duprat
Entrevista de Duprat.
01 - Judy in disquise Letra da música
02 - Honey / Summer rain
03 - Canção para inglês ver / Chiquita Bacana
04 - Flying
05 - The rain, the park and other things
06 - Canto chorado / Bom tempo / Lapinha
07 - Chega de saudade
08 - Baby
09 - Cinderella rockefella
10 - Ele falava nisso todo dia / Bat macumba / Frevo Rasgago
11 - Lady Madona
12 - Quem será?
A Banda Tropicalista do Duprat - 1968
terça-feira, 3 de março de 2009
Elza Soares - A Bossa Negra

Há décadas fora de catálogo, o segundo disco de Elza Soares é uma aula sobre como cruzar MPB com música negra americana. Elza coloca aqui as suas arrancadas roufenhas à la Louis Armstrong a serviço de um repertório calcado em sambas-canções dos anos 40 e 50. Astor Silva, maestro responsável pelos arranjos do disco, sonhava em fazer da cantora uma Sarah Vaughan brasileira – referência da qual Elza, que teve infância miserável, nunca ouvira falar. (fonte: Veja)
Sons:
01 - Tenha pena de mim
02 - Boato
03 - Fala baixinho
04 - Marambaia
05 - O samba está com tudo
06 - Cadeira vazia
07 - Perdão
08 - Beija-me
09 - O bilhete
10 - O samba brasileiro
11 - As polegadas da mulata
12 - Eu quero é sorongar
A Bossa Negra - 1963
A Barca do Sol - Pirata

É um dos raros grupos dos quais o som não remete a nenhum outro anterior ou contemporâneo, lembrando somente a música de Egberto Gismonti (por motivos óbvios), mas com uma vertente musical mas folk e rock, ainda que num contexto mais acústico.
Este é seguramente o álbum menos desconhecido d´A Barca, talvez por não ter alcançado o mesmo sucesso, na época, dos 2 álbuns que o antecederam.
Trata-se de uma obra em que o grupo mostra-se mais à vontade, possivelmente por ter sido um álbum independente. As composições são mais jazzísticas, mas mantendo ainda a mesma proposta iniciada pela banda.(Fonte: Sound Chaser)
Postado atendendo ao pedido de Clarinha Tiso.
Sons:
01 - Vô mimbora pru sertão
02 - Tereza boca do Rio
03 - Mercado das flores
04 - Cavalo Marinho
05 - Jando
06 - Jardim de infância
07 - Desecontro
08 - Estrela
09 - Manuel
10 - Rio Preto
11 - Canção pra ela
Pirata - 1979
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A Barca do Sol,
Brasil.,
Brasilidade,
Rock Progressivo
segunda-feira, 2 de março de 2009
Gabriel Guedes - Choros de Godofredo

Choros inéditos de Godofredo Guedes, gravado por seu neto Gabriel Guedes.
Vale a pena conferir.
Sons:
01 - Tocando no Parque
02 - Tardes em Fortaleza
03 - Caindo do Céu
04 - Tristeza de Baiano
05 - Cais da Esperança (c/Beto Guedes e Tavinho Moura)
06 - Chorando com Estilo
07 - Eu e a Minha Clarineta
08 - Chorando em Sol Menor
09 - O Último Choro
10 - Tropeiro (c/Beto Guedes e Milton Nascimento)
Choros de Godofredo - 2004
Elefante Groove - Com Vida

Formada por doze jovens artistas, a orquestra de percussão Elefante Groove
já indica no nome as vertentes musicais que nela imperam. Mas trata-se
apenas de um ínfimo norte dentro de uma mistura de instrumentos e ritmos que
vão além das nomenclaturas e rótulos. Djambes, alfaias, abês, bateria,
baixo, vozes e guitarra traduzem o maracatu, o côco, a salsa, a música
cubana,africana e os rituais tribais. (Fonte: Elefante Groove Blog)
Ritmo e força. Estes são os principais pilares que sustentam este grupo basicamente percussivo. Criado em Belo Horizonte, o Elefante Groove tem como base a percussão contemporânea e o canto, e como matéria-prima elementos de rituais tradicionais e do contexto urbano atual, com foco nas manifestações de diferentes povos. O grupo entrelaça a música orgânica e a música tecnológica, numa linguagem que funde recursos eletrônicos com musicalidade corporal. Tudo isso sob a forte vibração dos tambores.
Sons:
01 - chegança
02 - droove town
03 - coroa de couro
04 - gruveria e cozinha
05 - vírgula
06 - oferenda
07 - a via e o eco
08 - brahma
09 - beat day II
10 - ponto
11 - aos pretos
Com Vida - 2004
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Milton Banana Trio - Vê
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Milton Banana teria sido um dos músicos mais ricos do mundo se tivesse recebido uma fração de centavos - não de dólar, mas de cruzeiro ou real, mesmo - por cada disco ou show em Berlin, Tóquio, Nova York ou São Paulo em que seus colegas de bateria usaram a batida da bossa nova, lançado nacionalmente por ele em 1958. Mas isso não aconteceu, e Milton Banana nunca viu dinheiro em dias de sua vida. Teve de contentar-se com a glória - e, mesmo assim apenas entre os que sabiam que ele fora o pai da criança.(Texto: Ruy Castro)
Sons:
01 - Resolução
02 - Estamos Aí
03 - Arrastão
04 - Vê
05 - Bananadas
06 - ...Das Rosas
07 - Opinião
08 - Você
09 - Só Tinha de Ser com Você
10 - Não Bate o Coração
11 - Preciso Aprender a Ser Só
12 - Samba Novo
Vê - 1965
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Bateria,
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Milton Banana Trio,
Minas,
Percussão
Egberto Gismonti - Trem Caipira

Neste disco, lançado originalmente em 1978, o carioca Egberto Gismonti recria temas de Heitor Villa-Lobos. Inspiradíssimo, Egberto colocou acima de tudo o coração à frente do projeto e criou versões definitivas para as obras de Heitor.
Sons:
01 - O Trenzinho Do Caipira
02 - Dansa
03 - Bachiana N°5
04 - Desejo
05 - Cantiga
06 - Canção Do Carreiro
07 - Prelúdio
08 - Pobre Cega
Trem Caipira - 1978
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Brasil.,
Brasilidade,
Egberto Gismont
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Clube do Balanço - Samba Incrementeado

Samba Rock da pesada!
Atendendo a pedidos do Lucas.
Sons:
01 - Muito Incrementado
02 - Zula
03 - A Sereia e o Marujo
04 - Balanço
05 - Tema de Cathy
06 - Vou Batê Pa Tu
07 - O Morro Não Engana
08 - Vem Cá Nega
09 - Big Mondays
10 - Tamborim
11 - Sem Anjo na Multidão
12 - Saudades da Preta
13 - Primeiro da Ilha
14 - Balaio
Samba Incrementado - 2004
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Mutantes - Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets
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Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Se eles têm três carros, eu posso voa
Sons:
01 - Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll
02 - Vida de Cachorro
03 - Dune Buggy
04 - Cantor de Mambo
05 - Beijo Exagerado
06 - Todo Mundo Pastou
07 - Balada do Louco
08 - A Hora e a Vez do Cabelo Nascer
09 - Rua Augusta
10 - Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets
11 - Todo Mundo Pastou II
Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets - 1972
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Moveis Coloniais de Acaju - Idem

Destaque dos mais importantes festivais do Brasil, a banda independente Móveis Coloniais de Acaju continua a divulgação nacional de seu cd de estréia, Idem (2005, distribuição Tratore), produzido por Rafael Ramos. Em Brasília, na época do lançamento, o disco atingiu a marca de duas mil cópias vendidas em apenas dez dias e está em sua quinta prensagem, com mais de seis mil cópias vendidas em todo o Brasil.
Com nome baseado em evento histórico – um conflito entre índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal – Móveis Coloniais de Acaju é uma banda de estilo singular. Ao que já foi autodenominado, em termos gastronômicos, de 'feijoada búlgara' é possível perceber rock, ska e a influência de ritmos de todo o mundo e da música brasileira.
“Como um liquidificador inteligente, eles se utilizam de uma infinidade de gêneros e ritmos sem, no entanto, exalar aquele ‘ecletismo’ premeditado”, analisa o jornalista Hélio Franco (Correio Braziliense, 13 de maio 2005).
Sons:
01 - Perca Peso (A terceira metade do meu estresse)
02 - Seria o Rolex? (Ego e Latrina)
03 - Aluga-se-vende (Sujeito a Mudanças)
04 - Copacabana (Devaneios de um cubano cubista)
05 - Menina-Moça (A receita que Ofélia me ensinou)
06 - Cego (Registro de uma inspiração alheia)
07 - Esquilo Não Samba (O triste e recorrente medo de)
08 - E agora, Gregório? (Metamorfossa)
09 - Swing Hum e Meio (O Homem, a Verdade e a Castanha)
10 - Do Mesmo Ar (Pra não dizer que não somos melosos)
11 - Sadô-Masô (A vida é fácil pra quem não a vive)
12 - Receio do Remorso (Remorso do Receio)
Idem - 2005
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Arnaldo Baptista - Lóki?

Lóki? é o primeiro álbum solo de Arnaldo Baptista. Foi lançado em 1974 depois de um suposto ataque nervoso e é considerado um dos melhores álbuns brasileiros dos anos 70. O álbum expressa sua angústia perante a sociedade pós-moderna, unida à análise de sufocantes aspectos da modernidade: poluição, superpopulação, solidão etc.
Loki (ou Loke) é do panteão nórdico. Deus do fogo, era irmão de sangue de Thor (filho de Odin), no sentido pactual. Loki pode ser considerado como um símbolo da maldade. Loki está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica. Ele não pertence aos Aesir, embora viva com eles. É uma figura traiçoeira, não se sabe quando se pode confiar nele.
Loki é o senhor dos truques, da trapaça e do sexo, associado com os ladrões, é, ao lado de Odin e Thor, uma das divindades mais populares da mitologia nórdica. Filho do gigante Farbauti com a giganta Laufey, é considerado um dos Aesir, mas na verdade é inimigo deles. Está ligado ao fogo e à magia e pode assumir muitas formas, sendo as mais comuns cavalo, falcão e mosca.
Sons:
01 - Será que eu vou virar bolor?
02 - Uma pessoa só
03 - Não estou nem aí
04 - Vou me afundar na lingerie
05 - Honky tonky (Patrulha do Espaço)
06 - Cê tá pensando que eu sou loki?
07 - Desculpe
08 - Navegar de novo
09 - Te amo podes crer
10 - É fácil
Lóki? - 1974
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Arnaldo Baptista,
Brasil.,
Psicodélico,
Rock Progressivo
Tom Zé e Gilberto de Assis - Grupo Corpo: Santagustin

É conhecida a estratégia de provocar uma infecção dosada para obter o antídoto. Aqui, por meio de um erro controlado nas funções tonais, provocamos uma fermentação que, a depender do grau, fica entre a raiva e a vacina.
Mesmo falando em termos estritamente musicais, nas peças 5 e 7 esse estranhamento abre o ventre do tempo e nos precipita numa janela do espaço.
Conhecemos isso no mito e no cotidiano. Seja o príncipe da Dinamarca, seja o Orestes de Ésquilo, seja Sir Patrick Spence, navegador da lendária canção escocesa, seja na vida comum de qualquer um de nós. Muitas vezes estranhamos em zonas de atrito ou até em mares tempestuosos. E, quer reajamos com um limbo de indecisões, quer nos lancemos em uma luta temerária, quer nem percebamos a virose que nos consome, a nossa vida diária está repleta dessas tonalidades conflitantes.
Mas o caso que atamos a esta peça foi o de Santo Agostinho, por causa da amorosidade romântica que nos contaminou durante a composição dela. No século V d.C. o santo da igreja também se deparou com funções tonais conflitantes e harmonias paradoxais quando, munido do gnosticismo neoplatônico, sofria para harmonizar o prazer sexual e o amor carnal do corpo sagrado de uma religião cristã, que, naquele tempo, ensaiava a tessitura de seus dogmas.
Cavalo e cavaleiro, Santo Agostinho queria subir ao céu pelos buracos.
Ambivalente também, o âmago dessas idéias musicais foi inspirado numa fonte de tempos e noutra de espaços. Não digo “tributo” para evitar um termo pomposo e meio malandro. Entretanto foram, de um lado, Pixinguinha, mais a família Carrasqueira, mais os músicos do gênero chamado instrumental brasileiro – especialistas na estruturação do tempo - ; e, de outro lado, Rodrigo Pederneiras – especialista em prover de sentido o espaço -, as fontes onde, ao lado de Gilberto Assis, me embriaguei de romantismo e mendiguei engenho para plagiar as pequenas peças aqui contidas.
Tom Zé
A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 - 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original de Santagustin.
O atrito produzido pelo confronto entre forças contrárias interessou a Rodrigo Pederneiras, que adotou como tema central para sua construção coreográfica o Amor, com todas as contradições que ele encerra, sua sublimidade e seu ridículo. O resultado é uma obra carregada de humor e erotismo, que contrapõe atração e repulsa, fragilidade e fortaleza, prazer e comiseração, brusquidez e delicadeza, sinuosidade e angulosidade, consonância e dissonância, acústico e eletrônico, numa sucessão vertiginosa de pas-de-deux, solitários ou em grupo.
O balé marca o início da colaboração entre grupo mineiro de dança e o estilista Ronaldo Fraga, que encontra na convivência entre o verde cítrico e o rosa-shocking uma síntese cromática para todo esse rosário de contrastes, enquanto Paulo Pederneiras coloca no centro da cena um gigantesco coração de pelúcia, de cinco metros de altura, tradução cenográfica da índole hiperbólica do mais cultivado dos sentimentos humanos.(Fonte: Grupo Corpo)
Sons:
01 - Choro 1: Marco da Era
02 - Choro 2: Ayres da Mantiqueira
03 Choro 3 Nogueira do Monte
04 -Choro 4 Moura-Sion
05 - Choro 5 Pixiguim-Rasqueira Marky-Patifório - Hermetório - Joãogilbertório - Yamanduzório
06 - Choro 6 Ciro-Gberto
07 - Choro 7 Bate-Boca
Tom Zé e Gilberto de Assis - 2002
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Gilberto de Assis,
Tom Zé
Riachão - Humanenochum

No disco Humanenochum, Riachão gravou de suas músicas mais conhecidas, como "Cada Macaco em seu Galho", até inéditas que estavam no fundo do seu baú de mais de 400 composições. Participam do disco músicos como Caetano Veloso, Tom Zé, Carlinhos Brown, Dona Ivone Lara, Roque Ferreira e Armandinho. Desta vez o disco já estará sendo lançado nacionalmente pela Velas.
Sons:
01 - É Vai, Riachão!
02 - Camisa Molhada
03 - Cantina da Lua
04 - Retrato da Bahia
05 - Vá Morar com o Diabo
06 - Cartinha
07 - Baleia da Sé - Tartaruga 7
08 - Bochecha Grande
09 - Vida da Semana
10 - Choro No1
11 - Quem é o Dono Dessa Mulher
12 - Humanenochum
13 - Somente Ela
14 - Camisinha
15 - Pitada de Tabaco
16 - Pot-Pourri São Joanino - Bochechuda - Papuda - Vamos Pular, Gente!
17 - Cada Macaco no seu Galho
18 - Não Fale Comigo Agora
19 - Até Amanhã
Humanenochum - 2000
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Aldir Blanc e Maurício Tapajós - Aldir Blanc e Maurício Tapajós

Lançado em 1994 pelo selo SACI criado por Aldir Blanc quando este abandonou definitivamente a Medicina em 1973 e fundou, em 1979, a Sociedade do Artista e Compositor Independente (SACI). Em 1983, rompeu sua parceria com João Bosco. Com sua criatividade, riqueza e fluidez verbal, nem sempre é fácil encontrar um compositor que se adeqüe à poesia de Aldir. Teve vários outros parceiros, como, por exemplo, Maurício Tapajós, com quem compôs a bela QUERELAS DO BRASIL, entre várias outras obras. Foi ainda com Maurício Tapajós que Aldir se aventura como intérprete num LP independente (hoje raro), em 1984.
Sons:
01 - Querelas do Brasil
02 - O topete e a raspadinha
03 - Mãos de aventureiro
04 - A louca
05 - Entre o torresmo e a moela
06 - Sai da frente Brasil
07 - Colcha de retalhos
08 - Valsa do Maracanã
09 - Perder um amigo
10 - Adolescente
11 - Falha humana
12 - Antonieta na gafieira
Aldir Blanc e Maurício Tapajós - 1994
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MPB.,
Samba
Bangalafumenga - Barraco Dourado

O Banga (para os “íntimos”) nasceu como bloco de carnaval no verão de 98, e foi aos poucos ganhando espaço na zona sul, onde invariavelmente as apresentações acabavam em grandes festas nas ruas.
Com o sucesso do carnaval, os principais integrantes ficaram motivados
a seguir com o trabalho durante o ano, fazendo shows com uma formação reduzida, mas sem perder a sonoridade e a característica festiva do bloco. Este foi o estopim para o surgimento da banda Bangalafumenga.
No entanto, mesmo como uma “banda”, não perderam o jeito vira-lata,
e não deixaram de participar da folia do carnaval de rua. O resultado é
um som direto, percussivo, super dançante com uma linguagem
poética simples.
Assim o trabalho foi começando a conquistar a simpatia do público,
e respeito de nomes consagrados da nossa música. Já dividiram palco com artistas como: Nei Lopes, Zélia Duncan, Fernanda Abreu, Marcelo D2, Roberto Frejat, Seu Jorge, Paula Lima, Walter Alfaiate, Adriana Calcanhoto, Pedro Luís e a Parede, entre outros.
Rodrigo Maranhão, líder e principal compositor do grupo, já foi gravado
por vários intérpretes da música brasileira. Destaque para Fernada Abreu, Zélia Duncam, e Maria Rita, esta última ganhadora do Grammy Latino
de melhor canção em 2006, com “Caminho das Águas”, autoria de Rodrigo.
As apresentações do Banga contam com suas canções, e de outros compositores da nova safra, além de clássicos da música brasileira,
como Gil, Lenine, Alceu Valença, entre outros. Fonte: (site oficial)
Sons:
01- Mãe D'água
02 - Barraco Dourado
03 - Quebra Quilos
04 - Baseado em Fatos Reais
05 - Chápeu Mangueira
06 - Lourinha Bombril
07 - Brother
08 - Especial de Agogô
09 - Trilhos Urbanos
10 - Sexta-Feira
Barraco Dourado - 2008
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
A Barca do Sol - Durante o Verão

Grupo de rock formado nos anos de 1970 por Jacques Morelebaum, violoncelo, piano e voz; Nando Carneiro, violão e voz; Muri Costa, violão e violal; Marcelo Costa, bateria e percussão; Beto Resende, guitarra; Marcelo Bernardes, flauta; Alan Pierre, baixo; David Gang, flauta; Stull, baixo; Richard Court (Ritchie), flauta, procurava misturar o som progressivo com ritmos brasileiros. Egberto Gismonti produziu o primeiro LP, "A Barca do Sol", em 1974, que introduzia o uso de sintetizador em duas faixas, uma novidade para a época. Dos três discos lançados, dois foram relançados em CD na década de 1990.
Sons:
01- Durante O Verão
02- Hotel Colonial
03- A Língua E A Baínha
04- Os Pilares Da Cultura
05- Karen
06- Memorial Day
07- Banquete
08- Belladonna Lady Of The Rocks
09- Outros Carnavais
Durante o Verãol - 1976
Mutantes - Tudo Foi Feito Pelo Sol

Primeiro álbum do grupo sem o tresloucado Arnaldo Baptista - Rita Lee já havia se mandado - e também o penúltimo da banda, com sua formação totalmente mudada. Lançado em outubro de 1974, “Tudo Foi Feito Pelo Sol” é mesmo um disco poderoso.
Além de ter garantido a sobrevivência dos Mutantes, também foi o disco deles que mais vendeu, superando 30 mil cópias - mais que o dobro de cada um dos anteriores. Sem dúvida, um clássico memorável do Rock nacional, e porque não... mundial!?
laborado por Sergio Dias e sua trupe, formada por Ruy Motta (Batera), Antonio Pedro (Baixo), Tulio Mourão (Teclados) e assessorados por ninguém menos que o mago Liminha, o CD já havia saído em 1994, só com as músicas do LP. Agora chega em formato Digipack, remasterizado, incluindo 3 faixas bônus de um compacto lançado em 1975, com as inéditas “Cavaleiros Negros”, “Tudo Bem” e “Balada do Amor”, músicas que mantém o mesmo espírito do LP e se encaixam como luva, completando o álbum.
Sons:
01 - Deixe Entrar um Pouco D’Água no Quintal
02 - Pitágoras
03 - Desanuviar
04 - Eu Só Penso em te Ajudar
05 - Cidadão da Terra
06 - O Contrário de Nada É Nada
07 - Tudo Foi Feito Pelo Sol
Tudo Foi Feito Pelo Sol - 1975
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Elis Regina e Jair Rodrigues - Dois na Bossa
Tá aí os 3 discos dessa ótima série com excelentes sambas!
Sons:
01 - Imagem (Luiz Eça - Ronaldo Bôscoli)
02 - Pot-pourri de Mangueira:
....Mangueira (Assis Valente-Zequinha Reis)
....Fala, Mangueira (Mirabeau-Milton de Oliveira)
....Exaltação à Mangueira (Enéas Brites-Aloisio Costa)
....Mundo de zinco (Nássara-Wilson Batista)
....Levanta, Mangueira (Luiz Antônio)
....Despedida de Mangueira (Aldo Cabral-Benedito Lacerda)
....Pra machucar meu coração (Ary Barroso)
03 - O ser humano (Osmar Navarro)
04 - Cruz de cinza, cruz de sal (Teresa Souza - Walter Santos)
05 - Serenata em teleco-teco (Gilberto Gil)
06 - Manifesto (Guto - Mariozinho Rocha)
07 - Pot-pourri romântico:
....Minha namorada (Carlos Lyra-Vinicius de Moraes)
....Eu sei que vou te amar (Tom Jobim-Vinicius de Moraes)
....A volta (Roberto Menescal-Ronaldo Bôscoli)
....Primavera (Carlos Lyra-Vinicius de Moraes)
08 - Amor de carnaval (Zé Keti)
09 - Marcha da quarta-feira de cinzas (Carlos Lyra - Vinicius de Moraes)
10 - Capoeira camará (Paulo da Cunha)
Dois na Bossa - 1967
Elis Regina e Jair Rodrigues - Dois na Bossa

O segundo disco da série.
Sons:
01 - Pot-pourri:
....Samba de mudar (Geraldo Vandré)
....Não me diga adeus (Paquito-L.Soberano-J.C.da Silva)
....Volta por cima (Paulo Vanzolini)
....O neguinho e a senhorita (Noel Rosa de Oliveira-A. da Silva)
....E daí? (Miguel Gustavo)
....Samba de mudar (Geraldo Vandré)
....Enquanto a tristeza não vem (Sergio Ricardo)
....Carnaval (D.Ferreira-A.Alves)
....Na ginga do samba (Ataulfo Alves)
....Guarda a sandália dela (Sereno-G.Mathias)
....Samba de mudar (Geraldo Vandré)
02 - Canto de Ossanha (Baden Powell - Vinicius de Moraes)
03 - Tristeza (Haroldo Lobo - Niltinho)
04 - Tristeza que se foi (Adylson Godoy)
05 - São Salvador, Bahia (Paulo da Cunha)
06 - Louvação (Gilberto Gil - Torquato Neto)
07 - Upa, negrinho (Gianfrancesco Guarnieri - Edu Lobo)
08 - Mascarada (Élton Medeiros - Zé Keti)
Sonho de um carnaval (Chico Buarque)
09 - Amor até o fim (Gilberto Gil)
10 - Santuário do morro (Adylson Godoy)
Dois na Bossa - 1966
Elis Regina e Jair Rodrigues - Dois na Bossa

Demorou mas tá aí!
Como não poderia faltar, o disco que inspirou a criação do Blog, Dois na Bossa veio para marcar uma época.
Com o renegado e hoje muito conhecido pelas pessoas de mais idade, Jair Rodrigues, se juntou com Elis Regina e gravaram uma série de 3 álbuns ao vivo, juntando o melhor do samba em duas excelente vozes.
Sons:
1 - Pot-pourri:
....O morro não tem vez (Tom Jobim-Vinicius de Moraes)
....Feio não é bonito (Carlos Lyra-Gianfrancesco Guarnieri)
... Samba do carioca (Carlos Lyra- Vinicius de Moraes)
... Este mundo é meu (Sergio Ricardo-Ruy Guerra)
... A felicidade (Tom Jobim-Vinicius de Moraes)
... Samba de negro (Roberto Correia-Sylvio Son)
... Vou andar por aí (Newton Chaves)
... O sol nascerá (A sorrir) (Cartola-Élton Medeiros)
... Diz que fui por aí (Zé Keti-Hortêncio Rocha)
... Acender as velas (Zé Keti)
... A voz do morro (Zé Keti)
... O morro não tem vez (Tom Jobim-Vinicius de Moraes)
2 - Preciso aprender a ser só (Paulo Sergio Valle - Marcos Valle)
3 - Ziguezague (Édson Menezes - Alberto Paz)
4 - Terra de ninguém (Paulo Sergio Valle - Marcos Valle)
5 - Arrastão (Edu Lobo - Vinicius de Moraes)
6 - Reza (Ruy Guerra - Edu Lobo)
7 - Tá engrossando (Édson Menezes - Alberto Paz)
Dois na Bossa - 1965
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Eddie - Carnaval do Inferno

O Eddie é:
Fabio Trummer – guitarra e voz
Alexandre Ureia – percussão e voz
André Oliveira – teclado e trompete
Rob Meira – baixo
Kiko Meira – bateria
Músicos Convidados:
Curumim – bateria nas faixas 1, 6.
João do Cello – cello nas faixas 3, 7, 8, 9.
Nilsinho – trombone nas faixas 6.
Mestre Nico – trombone nas faixas 1, 6.
Karina Buhr – voz nas faixas 1, 2, 10.
Da Lua – percussão nas faixas 6.
Erasto Vasconcelos - voz faixa 4.
Gravado nos estúdios:
Novo Mundo – SP
Muzak – PE
YB – SP
Batuka – PE
Produzido por: Fabio Trummer & Buguinha.
Produtor Fonografico: Fabio Trummer Aleixo
Técnicos de gravação e mix: Lindenberg Oliveira – faixa – Metrodux
Berna Vieira – faixa – Dessa vez foi demais, Nada de novo.
Masterizado no YB por Gustavo Lenza.
Todos os arranjos foram feitos pelo Eddie.
Sons:
01 - Bairro Novo/Casa Caiada
02 - O Baile "Betinha"
03 - Quase Não Sobra Nada
04 - Carnaval no Inferno
05 - Me Diga O Que Não Foi Legal
06 - Gafieira no Avenida
07 - Metrodux
08 - Nada de Novo
09 - Desequilíbrio
10 - Eu Tô Cansado dessa Merda
11 - Dessa Vez Foi demais
Eddie -2008
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Cordel do Fogo Encantando - Ao Vivo São João do Arco-Verde 2008

Show na cidade natal dessa banda, que mistura teatro, circo e muita música.
Sons:
01 - Pedrinha
02 - O Sinal Ficou Verde (Além do Bem, Além do Mal)
03 - Poeira
04 - Tlank - Morte e vida Stanley
05 - O Cio da Terra (Chico Buarque de Holanda)
06 - Louco de Deus (perto de você)
07 - Nossa senhora da paz
08 - A Matadeira (pt 1)
09 - (pt 2)
10 - Ai se sesse - Os Oím do meu Amor
11 - Profecia (Testamento da Ira)
12 - Boi Luzeiro (ou A Pega de Violento, Vaidoso e Avoador)
13 - Quando o Sono não chegar
14 - Aqui (Memórias Do Cárcere)
15 - Sobre As Folhas (ou Barão Nas Árvores)
16 - Preta
17 - Chover (ou Invocação Para Um Dia Líquido)
18 - Pedra E Bala (Os Sertões)
19 - A verdadeira Dança do Patinho (BNegão)
20 - Na Estrada (quando Encontrei Dean Pela Primeira Vez)
21 - Catingueira
22 - Canto dos Emigrantes - Foguetes de Reis (ou A Guerra)
23 - O Palhaço do Circo Sem Futuro (ou A Trajetória da Terra)
Ao Vivo em São João do Arcoverde - 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho - O Melhor dos Encontros

Compilaçao com o melhor dos tres CDs da serie "O grande encontro" ja lancados por esses grandes artistas. Destaques: "Admiravel gado novo", "Taxi lunar", "Coracao bobo", Bicho de sete cabecas".
Sons:
01 - Admirável Gado Novo
02 - Chão de Giz
03 - Táxi Lunar
04 - Caravana
05 - Coração Bobo
06 - Pelas Ruas que Andei
07 - Banho de Cheiro / Frevo Mulher
08 - A Terceira Lâmina
09 - O Trem das Sete
10 - Eternas Ondas
11 - Banquete dos Signos
12 - Disparada
13 - Bicho de 7 Cabeças 2
14 - Asa Branca / a Volta da Asa Branca
O Melhor dos Encontros - 2002
Som Imaginário - Som Imaginário

O que você apostaria numa banda psicodélica formada por membros do grupo que acompanhava Milton Nascimento no fim dos anos 60? Pode apostar alto: os três únicos discos lançados pelo Som Imaginário (cujos músicos também acompanharam Lô Borges, Beto Guedes, Erasmo Carlos, Gonzaguinha e outros) são good trips garantidas. O primeiro, em especial, trazia um som mais pop, que misturava Beatles, psicodelia, rock progressivo, hippismo explícito e praticamente nada de MPB - destacando a criatividade de Frederyko, um dos melhores e menos reconhecidos guitarristas do Brasil, hoje sumido da mídia. (fonte: Brazilian Nuggets)
Postagem dedicada ao Let´s Magnocrata.
Sons:
01 - Cenouras
02 - Você Tem Que Saber
03 - Gogó (O Alívio Rococó)
04 - Ascenso
05 - Salvação Pela Macrobiótica
06 - Ue
07 - Xmas Blues
08 - A Nova Estrela
Som Imaginário - 1971
Perfume Azul do Sol - Nascimeto

Grupo paulista formado por Ana (voz e piano), Benvindo (voz e violão), Jean (voz e guitarra) e Gil (bateria e vocal). Com visual hippie e psicodelia derivada de ritmos e instrumental regionais, gravaram um único álbum - Nascimento -, pelo selo Chantecler, em 1974. O baixista Pedrão, depois integrou o Som Nosso de Cada Dia, ao lado do ex-Íncríveis, Manito. (fonte: Brazilian Nuggets)
Sons:
01 - 20000 Raios de Sol
02 - Sopro
03 - Calça Velha
04 - Deusa Sombria
05 - O Abraço Do Baião
06 - Equilíbrio Total
07 - Nascimento
08 - Pé De Ingazeira
09 - Canto Fundo
10 - A Ceia
Nascimento - 1974
Cordel do Fogo Encantado - MTV Apresenta

Não há parâmetros na MPB para o que o CFE faz.Sua música não se encaixa em nenhum gênero classificado da MPB";“Mas a música do CFE,embora tenha elementos dos repentistas,e até indígena,é única,e irrotulável”;“A música está cada vez mais irrotulável.Não é mistura,não é antropofagia de coisa nenhuma,não é mangue,nem é beat”;“Se no toca-CD emociona,no palco o CFE leva a platéia ao transe" (fonte: Comunidade Virtual)
Sons:
01 -A Chegada de Zé do Né na Lagoa de Dentro
02 -Nossa Senhora da Paz (ou O Trapézio do Sonho)
03 - A Matadeira (ou no Balanço da Justiça
04 - Poeira (ou Tambores do Vento Que Vem)
05 - Devastação da Calma (ou A Tempestade)
06 - Tempestade (ou A Dança dos Trovões)
07 - Foguete de Reis (ou A Guerra)
08 - Antes dos Mouros
09 - Cavaleiro da Ordem do Deserto
10 - Os Anjos Caídos (ou A Construção do Caos)
11 - Boi Luzeiro (ou A Pega de Violento, Vaidoso e ...
12 - Dos Três Mal-Amados - Palavras de Joaquim
13 - Tambores do Fogo
14 - Na Veia
15 - A Árvore dos Encantados (ou Recado da Ororubá)
16 - Morte e Vida Stanley
17 - Pedrinha
18 - Salve
19 - Os Oím do Meu Amor
20 - Britadeira (ou Flores Pedra Solidão)
21 - O Palhaço do Circo sem Futuro (ou A Trajetória...
22 - Catingueira
23 - Louco de Deus
24 - Chamada dos Santos Africanos
25 - Chover (ou Invocação para um Dia Líquido)
MTV Apresenta - 2005
Senha: roulette
Alceu Valença - Espelho Cristalino

Sons:
01 - Agalopado
02 -Maria dos Santos
03 - Anjo de Fogo
04 - Veneno
05 - Espelho Cristalino
06 - Eu Sou Você
07 - A Dança das Borboletas
08 - Sete Léguas
Espelho Cristalino - 1977
Victor Biglione & Wagner Tiso - Tocar A Poética do Som - Ao Vivo (2004)
Dois grandes nomes da música brasileira se juntaram em parceia inétida e gravaram esse disco no ao vivo no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de de Agosto, fazendo releituras de grandes clássicos da MPB. Os dois estavam sós no palco, e os novos arranjos foram bem puxados para o improviso.
Sons:
01 -Na cadência do samba
02 - Sonho de um carnaval
03 - Autumn Leaves - Les fevilles mortes
04 - Cravo e canela
05 - Pavana
06 - Samba de uma nota só
07 - Nave cigana
08 - Vento bravo
09 - Tempos
10 - Vera Cruz
A Poética do Som(Ao Vivo) - 2004
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Tom Zé - Nave Maria

Como todo disco do Tom Zé, esse é excelente, com suas pirações e letras inteleligentíssimas que sempre de uma forma ou de outra criticam a sociedade atual. O disco foi remasterizado e relançado pela Som Livre .
A foto da capa remete a sua "loucura real"(ou lucidez imaginária), quanda aberta parece que ele está atras de um biombo com plástico envonvendo seu corpo.
Ótimo disco para presentear agora no natal.
Sons:
01 - Nave Maria
02 - Mamar no Mundo
03 - Su Su Menino Mandú
04 - Cilindrada
05 - Indetificação
06 - Neném Gravidez
07 - Acalanto Nuclear
08 - Conto de Fraldas
09 - Mestre-Sala
10 - Teu Olhar
Nave Maria - 1984
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Los Sebosos Postizos - Noite do Ben (Ao Vivo no Sesc Pompéia)

Los Sebosos Postizos é um projeto paralelo de integrantes das bandas Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Nesse projeto eles tocam músicas de Jorge Ben da década de 60 e 70, mas com elementos de dub e com grooves raros.Os integrantes são: Pixel 3000, Fortrex, Djeik Sandino, Jackson Bandeira, Da Lua e Bactéria.
Esse disco foi gravado no Sesc Pompéia, e o nome é a Noite do Ben com N mesmo, que faz um jogo de palavras relacionando com Jorge Ben Jor.
Sons:
01 - Zumbi
02 - Jovem Samba
03 - O Nascimento de um Príncipe Africano
04 - Cinco Minutos
05 - Umbabarauma
06 - Domingaz
07 - Frases
08 - Rosa Menina Rosa
09 - Por Causa de Você
10 - O telefone tocou novamente
11 - Tomorrow Never Knows
12 - New Broom
13 - Charles JR.
14 - Quero Esquecer Você
Nação Zumbi - Fome de Tudo

O ano é 2007, 4 anos da permanência americana no Iraque; em apenas um ano escândalos políticos um atrás do outro são ininterruptamente assunto de base nas mídias nacionais, talvez o ano em que os povos mais discutiram sobre aquecimento global e desenvolvimento sustentável, pois só agora é percebido o frágil equilíbrio onde vivemos, o país vive numa guerra sem sentido e sem valor, onde milhares de pessoas padecem sobre esse chão chamado de nação, buscando sobreviver não mais que um dia.É em meio a essa hecatombe que foi lançado o sétimo disco da Nação Zumbi, o melhor disco do ano, que sintetiza todos os anseios desse novo milênio.
Sons:
01 - Bossa Nostra
02 - Infeste
03 - Carnaval
04 -Inferno
05 - Nascedouro
06 - Onde Tenho Que Ir
07 - Assustado
08 - Fome De Tudo
09 - Toda Surdez Será
10 - A Culpa
11 - Originais Do Sonho
12 - No Olimpo
Fome de Tudo - 2007
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
A Tribo, Equipe Mercado, Módulo Mil e Som Imaginário - Posições

Lançado pela Odeon em 1971, esta rápida coletânea (menos de 1/2 hora) pretendia mostrar o que havia de novo no cenário musical brasileiro. Foi lançado de uma forma tímida e quase desacreditada, sem nenhum alarde. Na verdade de todas essas bandas, a mais duradoura teria sido o Som Imaginário (que durou de 1970 até 1974).
A Tribo era formada por Nelson Angelo, Joyce, Novelli, Toninho Horta e Naná Vasconcelos (depois substituido pelo Nenê da bateria). Atuou no cenário artístico no início dos anos 70. Em 1970, classificou a música "Onocêonekotô" (Nelson Angelo) para a final do V Festival Internacional da Canção.
Equipe Mercado, grupo formado por Diana (voz), Leugruber (guitarra), Ricardo Ginsburg (guitarra), Stul (violão, baixo, piano e voz), Carlos Graça (bateria) e Ronaldo Periassu (percussão) em 1970 na cidade do Rio de Janeiro, tendo como influência maior o rock psicodélico dos anos 60. Lançou em 1971 um compacto simples com as músicas "Os campos de arroz" e "Side b rock", encerrando suas atividades no ano seguinte.
Som Imaginário, grupo formado em 1970 por Wagner Tiso (teclados), Robertinho Silva (bateria), Tavito (violão de 12 cordas), Luiz Alves (baixo), Laudir de Oliveira (percussão) e Zé Rodrix (órgão, percussão, voz e flautas). Nesse ano, com a participação de Nivaldo Ornelas (sax) e Toninho Horta (guitarra), dividiu o palco com Milton Nascimento, apresentando o espetáculo "Milton Nascimento, ah, e o Som Imaginário".
Ainda em 1970, gravou seu primeiro disco, "Som Imaginário", destacando-se canções como "Feira moderna" (Beto Guedes e Fernando Brant) e "Hey man" (Zé Rodrix e Tavito).
(fonte:Brazilian Nuggets)
Sons:
1. Kyrie - "A Tribo"
2. Marina Belair - "Equipe Mercado"
3. Curtíssima - "Módulo 1000"
4. A Nova Estrela - "Som Imaginário"
5. Ferrugem E Foligem - "Módulo 1000"
6. Peba & Pobó - "A Tribo"
Posições - 1971
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Réquiem Para o Circo - Made in PB



Réquiem para o circo - Made in PB", lançado em 1976 e que tem a participação de Zé Ramalho, declamando o "Monólogo do Palhaço" uma adptação do Asilo de Petersen por Luis Carlos Vasconcelos, direção e produção de Eduardo Stuckert.
O compacto é em formato de poster sua capa abre em quatro partes, possui um livreto com 24 paginas ! em duas delas pela primeira vez Zé Ramalho falou sobre os segredos do Ingá, e seu albúm Paêbirú produzido com Lula Côrtes. (fonte:Brazilian Nuggets)
Sons:
1 - Declamação
2 - Anjo Branco
Made in PB - 1976
Secos e Molhados - Ao vivo Maracanãzinho 1974

Imagine pintar o rosto e vestir roupas provocantes e subir em cima do palco e com letras fortes. Agora imagine fazer isso em plena ditadura militar. Pois foi isso que fez o grupo Secos & Molhados, na década de 70, um dos maiores sucessos do país naquela época. Liderados pelos talentosíssimos João Ricardo e Ney Matogrosso, o grupo abalou as estruturas conservadores de um país que vivia os "anos de chumbo". E trouxeram momentos de alegria e beleza para um povo tão sofrido.(fonte:Mofo)
Sons:
01. As Andorinhas
02. Rosa de Hiroshima
03. Instrumental
04. Mulher Barriguda
05. Primavera nos Dentes
06. El Rey
07. Toada & Rock & Mambo & Tango etc
08. Fala
09. Assim Assado
10. Instrumental II
11. O Vira
Ao Vivo no Maracanãzinho - 1974
Lula Côrtes e Lailson - Satwa

Este é um disco do instrumentista Lailson junto com o artista visionário por trás da obra prima Paêbirú, Lula Côrtes. Álbum estritamente acústico com destaque para a cítara de Lula Côrtes e a viola de 12 Cordas de Lailson, também têm a participação da guitarra de Robertinho do Recife. O psicodelismo está no nome das faixas como Valsa dos Cogumelos e é mais uma mostra da loucura (ou genialidade?) do movimento psicodélico do Nordeste.(fonte:discólotrasanônimos)
Sons:
01. Satwa
02. Can I Be Satwa
03. Alegro Piradíssimo
04. Lia, a Rainha da Noite
05. Apacidonata
06. Amigo
07. Atom
08. Blue do Cachorro Muito Louco
09. Valsa dos Cogumelos
10. Alegria do Povo
Satwa - 1973
domingo, 7 de dezembro de 2008
Silvério Pessoa - Cabeça Elétrica, Coração Acústico.

Vencedor do Prêmio TIM 2006 como Melhor Cantor na Categoria Regional, Silvério Pessoa nasceu em Carpina, zona da mata norte de Pernambuco. Sua formação musical foi a programação das rádios do interior, sua mãe que foi professora de acordeon e sua Vó, uma freqüentadora assídua dos programas de auditório de Recife nas décadas de 40 e 50.
A música de Silvério é uma síntese das canções da Zona da Mata, Agreste e Sertão, e a sonoridade e atitude dos jovens dos Centros Urbanos, envolvidos com o Rock, o Hip-Hop, o Punk, e os novos sons que chegam e são absorvidos pelas tradições. É um trabalho que oferece hereditariedade ao gênero tradicional, não perdendo a nave da história.
Sons:
1 - Os Bodes No Espaço
2 - Nas Terras Da Gente
3 - Seu Antônio
4 - Cipó de Goiabeira (brincadeiras no engenho)
5 - Na Boleia da Toyota
6 - Forró Na Gafieira
7 - Nas Águas do Mar
8 - Coco de Chegada
9 - Alto Que Só
10 - Samba e Massapê
11 - Disposto a Tudo
12 - Eu Vi a Máquina Voadora
13- Poesia Urbana
13- Poesia Urbana
14 - Sabor do Frevo
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Milton Nascimento e Lô Borges - Clube da Esquina
Um dos mais importantes discos para a música de Minas Gerais e do Brasil todo, na minha opinião.Esse disco lançado em 1972 mostra um Lô Borges bem novo, mas com composições de grandes mestres da música. Lançado em vinil duplo transformou-se em Cd simples hoje, mas sua grandiosidade não foi diminuída. Está classificado entre os 100 melhores discos brasileiros de todos os tempos.
Sons:
- Tudo que você podia ser
- Cais
- O trem azul
- Saídas e Bandeiras nº 1
- Nuvem cigana
- Cravo e canela
- Dos cruces
- Um girassol da cor de seu cabelo
- San Vicente
- Estrelas
- Clube da Esquina nº 2
- Paisagem na janela
- Me deixa em paz
- Os povos
- Saídas e Bandeiras nº 2
- Um gôsto de Sol
- Pelo amor de Deus
- Lilia
- Trem de doido
- Nada será como antes
- Ao que vai nascer
Clube da Esquina - 1972
Milton Nascimento - Minas

O nome desse disco vem das iniciais de seu nome, MIlton NAScimento, o que remete ao estado que o adotou fisica e musicalmente. Nascido no Rio de Janeiro foi para Minas antes dos dois anos de idade para a cidade de Três Pontas e de lá para o mundo todo.
Sons:
1 - Minas
2 - Fé Cega Faca Amolada
3 - Beijo Partido
4 - Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar)
5 - Gran Circo
6 - Ponta de Areia
7 - Trastevere
8 - Idolatrada
9 - Leila (Venha Ser Feliz)
10 - Paula e Bebeto
11 - Simples
12 - Norwegian Wood
13 - Caso Você Queira Saber
Minas - 1975
Marconi Notaro - No Sub Reino dos Metazoários

Esse Cd é uma marco da psicodelia nordestina, produzido por Lula Côrtes e sua esposa é ainda inédito, seu "bulachão" é super raro e muito caro, quando é encontrado.
Vai do samba ou rock tocado com junto com Zé Ramalho.
Sons:
1 - Desmantelado
2 - Ah Vida Ávida
3 - Fidelidade
4 - Maracatu
5 - Made in PB
6 - Antropológica
7 - Antropológica ii
8 - Sinfonia em Ré
9 - Não Tenho Imaginação pra Mudar de Mulher
10 - Ode a Satwa
No Sub Reino dos Metazoários - 1973
sábado, 29 de novembro de 2008
3 na Massa - Na Confraria das Sedutoras

Primeiro álbum da banda.
Respiração intensa, espaçada, breves sussurros, o fôlego se acaba, riso, choro, lamentos, desilusões, descobertas, encantos, erros e acertos do corpo, mente e alma.
Três na Massa é o projeto encabeçado por Rica Amabis (produtor do Coletivo Instituto), Sucinto Silva (Dengue) e Pupillo da Nação Zumbi, que ganha corpo a partir do momento em que reúne a nata dos compositores e das artistas mais expressivas da música popular brasileira contemporânea. Os mais doces sentidos, os mais indescritíveis pensamentos e prazeres das almas femininas nascem de leituras masculinas e ganham a interpretação das belas vozes das moças. "Na Confraria das Sedutoras" é um disco narrativo de experiências, sensações, desejos carnais e espirituais de meninas que se tornam mulheres. Tudo isso aliado a uma cama instrumental que mescla diversos elementos orgânicos e programações eletrônicas, passeando com sensualidade e originalidade por diferentes paisagens. (fonte: independeciaoumarte)
Sons:
- Certeza
- O Seu Lugar
- Doce Guia
- Tatuí
- Estrondo
- Lágrimas Pretas
- Pecadora
- O Objeto
- Quente como Asfalto
- Morada Boa
- Certa Noite
- Sem Fôlego
- Tarde Demais
Mombojó - Nada de Novo

Disco Independente lançado em 2004, e gravado em 2003 nos estúdios Fábrica em Recife.
Sons:
1. cabidela
2. deixe-se acreditar
3. nem parece
4. discurso burocrático
5. a missa
6. absorva
7. o céu, o sol e o mar
8. adelaide
9. duas cores
10. estático
11. merda
12. splash shine
13. faaca
14. baú
15. container
Nada de Novo - 2004
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Ave Sangria - Ave Sangria
Eles usavam batom, beijavam-se na boca em pleno palco, faziam uma música suja, com letras falando de piratas, moças mortas no cio. E eram muito esquisitos; "frangos", segundo uns, e uma ameaça às moças donzelas da cidade, conforme outros. Estes "maus elementos" faziam parte do Ave Sangria, ex-Tamarineira Village, banda que escandalizou a Recife de 1974, da mesma forma que os Rolling Stones a Londres de dez anos antes. Com efeito, ela era conhecida como os Stones do Nordeste. (fonte: brazilia nuggets)Sons:
1 - Dois Navegantes
2 - Lá Fora
3 - Três Margaridas
4 - O Pirata
5 - Momento na Praça
6 - Cidade Grande
7 - Seu Waldir
8 - Hey Man
9 - Porque
10 - Corpo em Chamas
11- Geórgia, a Carniceira
12- Sob o Sol de Satã
Ave Sangria - 1974
Lenine - Labiata
“A Labiata é uma flor de grande adaptabilidade e pode ser cultivada na altitude e na planície. é uma flor delicada, mas muito robusta, resistente. E isso é a música popular brasileira, não morre nunca”.
Sons:
1 - Martelo Bigorna
2 - Magra
3 - Samba e Leveza
4 - A Mancha
5 - Lá Vem a Cidade
6 - O Céu é Muito
7 - É Fogo
8 - É o Que Me Interessa
9 - Ciranda Praieira
10 - Excesso Exceto
11 - Continuação
Labiata - 2008
Beto Guedes - Na Página Do Relâmpago Elétrico

A Página do Relâmpago Elétrico é o nome do maravilhoso disco de estréia de Beto Guedes. Lançado em 1977, começa com a música que deu nome ao disco. Um clássico presente em quase todas compilações feitas da obra do músico. Na seqüência, "Maria Solidária", parceria de Milton Nascimento e Fernando Brant, em sua versão mais conhecida. "Lumiar" é a canção de mais sucesso do disco. Outro grande destaque é "Nascente", música de Flávio Venturini e Murilo Antunes, numa linda versão em característica do Beto. Termina com "Belo Horizonte", música de seu pai, Godolfredo Guedes. (fonte: fã clube da esquina)
Sons:
01 - A Página Do Relâmpago Elétrico
02 - Maria Solidária
03 - Choveu
04 - Chapéu de Sol
05 - Tanto
06 - Lumiar
07 - Bandolim
08 - Nascente
09 - Salve Rainha
10 - Belo Horizonte
Na Página do Relâmpago Elétrico - 1977
Zefirina Bomba - Noisecoregroovecocoenvenenado

A Zefirina Bomba é uma banda difícil de definir, e esta é a sua maior virtude. Três "malucos" em cima do palco fazendo a apologia da distorção, tirando som de guitarra de um violão, fazendo surf music envenenada e flertando aqui e ali com o punk.
Disco lançado em 2006 pelo selo Trama.
Sons:
1. Alguma Coisa por Aí
2. O que Eu Não Fiz
3. Sobre a Cabeça
4. A Outra Trilha de Sumé
5. O que Ela Tem
6. Yeah Yeah
7. Teus Olhos
8. A-M-N
9. Dia Inteiro
10. Vá se Foder
11. O que é que Tem pra Tu Vê na TV
12. TPM
13. Oportunidade
14. HC
15. Enquanto Otacílio Batista Explicava
Zefirina Bomba - Noisecoregroovecocoenvenenado
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